Que dejavú! Parece que foi ontem que toda a gente ficou preocupada...horas de choro a fio sem conseguir conter as lágrimas e que nem os óculos de sol disfarçavam...uau! Confesso, que senti que o chão tinha deixado de fazer sentido e que tinha ficado com o meu caminho barrado que nunca mais ia voltar a amar algo que queria que fosse meu. Sensação tão esquisita ali diante de mim, vontade de parecer gelo para derreter e ninguém dar por mim, pelo meu estado miserável ali a olhar para dois copos de álcool a mais e uma vontade de juntar dois corpos...nunca tinha pensado passar por tal dor, por um lado ainda bem que aconteceu estou mais forte e consigo amar alguém de verdade, rude por vezes mas doce como algodão doce, mas por outro ali em frente a olhar para aquele cinema gratuito sem piada e com dor à mistura, damn! Que dureza, tanta que nem mil palavras conseguem descrever engraçado é que nem anos depois se desvanece esta lembrança, julgo que o medo ainda persiste, porquê, sem explicação acho que quando algo nos marca, o receio aumenta a cada 5 minutos que passa e o ar de psicóloga/conselheira de terceiros nesse momento desaba por todo o lado, na realidade à sempre um anjo que aparece na nossa vida, nos faz acreditar até mesmo quando não existe mais nenhum motivo, e no final o copo que antes ficou cheio de álcool e excitação não demorou a esvaziar e a ficar estragado porque quando tinha tudo queria o nada.
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pode ficar, não vou fazer mal a você.