Última vez
Não irei necessitar de cordas ou outro objecto semelhante para me sufocar rapidamente, tens tido essa missão ultimamente, sufocas-me de tal forma que não sei como me poderei levantar. Todos os dias reflicto sobre determinados aspectos, um deles é o simples porquê de tudo isto, desta imensidão de palavras dispersas, desta mágoa vagarosa que se faz sentir dia após dia e que cada vez doí mais. É como se estivesse a desfazer-me em breves pedacinhos de nada, já não sinto o que sentia antes, as lágrimas já não têm aquele sabor salgado quando caiem do meu rosto. Onde estão todos os momentos que pareciam únicos? Agora, apenas me parecem coisas vagas que ao fim de um determinado tempo desvanecem como os sonhos, tornam-se coisas tão fúteis que eu só desejo apagar de mim desejando não voltem a pairar no ar como uma poeira solta.
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pode ficar, não vou fazer mal a você.